

Para além de jogos com função pedagógica, fomos partilhando o que era o voluntariado, abordando as desiguladades no mundo, quer em termos humanos, quer em termos economico-financeiros. As formadoras convidadas também foram partilhando connosco aquilo em que se baseava o trabalho delas em África. Foi extremamente enriquecedor esta partilha, mas ao mesmo tempo, um reavivar de memórias para quem já partiu em missão ad gentes e que compreende, na integra, este trabalho de base nas comunidades nativas que nos recebem. E porque se falou de voluntariado, não posso deixar de mencionar aquelas pessoas que, sem habilitações académicas, aliás, muitas vezes quase analfabetas, garantem a continuidade deste mesmo trabalho, apesar das dificuldades. Dificuldades essas, que para nós, meninos mimados, seriam sinónimo de impossibilidade. E já agora (como dizem na RFM nos momentos de reflexão) vale a pena pensar nissto!!!
Na recta final tivemos um convidado surpresa de última hora, confundido por alguém que, não sendo da nossa diocese, perguntou ao nosso Bispo, se seria indicado ele estar ali!!! Pois claro, não só era indicado, como é sempre bom ouvir e encontrar alguém tão encantador que tem demonstrado grande carinho pela juventude e desenvolvido uma pastoral de aproximação aos mesmos!
Não posso esquecer as palavras da Inês no final do encontro - "Temos de fazer isto mais vezes!Claro que temos! E vamos! E é quando vocês quiserem! Oportunidades não faltarão! O arciprestado e a diocese têm gente empenhada em levar-vos mais longe! Deixem-se levar... valeu a pena, não valeu?!